Este ano realizamos palestras importantes e interessantes, para o público da nossa região. Nossos agradecimentos são para a Associação dos Aposentados e Pensionistas de Volta Redonda, e o Grupo GAPC, que nos ajudaram a divulgar este projeto, que acontece mensalmente no hospital.
Ano que vem teremos mais novidades! Aguardem...
sábado, 4 de dezembro de 2010
Driblando o estresse no dia-a-dia
Segundo Hans Seyle (pesquisador canadense) a palavra estresse, termo emprestado da física, foi empregada para descrever “uma ameaça real ou potencial a homeostasia”. Seyle descreveu os sintomas do estresse sob o nome de Síndrome Geral de Adaptação, o qual é composto de três fases: alarme, resistência e esgotamento; após esta última fase observou-se o aparecimento de diversas doenças significantes, como hipertensão, úlcera, atrites, etc...
Podemos dividi-lo em dois tipos básicos: crônico, que afeta a maioria das pessoas, e agudo, causado por situações traumáticas (passageiras).
Natureza do estresse
Ele pode ser de natureza física, psicológica ou social, sendo composto de um conjunto de reações fisiológicas capazes de alterações significativas no organismo, causando prejuízos potenciais no mesmo.
Natureza física:
Estudos têm-se feito para verificar a importância de sua interpretação subjetiva e seus reflexos no organismo. O excesso de estresse pode causar desde dores pelo corpo até sérios sintomas como hipertensão e problemas cardíacos. A repercussão no sistema cardiovascular, seria um desses estudos, estando sujeitas às influências neuro-humorais, havendo um aumento da freqüência cardíaca, da contratrilidade, débito cardíaco e consequentemente uma elevação da pressão arterial sistêmica.
Natureza psicológica ou social:
A vivência desse estresse se caracteriza por perdas, seja ela da auto-estima, perda de pessoas e situações, como por exemplo a perda de um emprego. Isso leva a pessoa a um sentimento de tristeza, baixa auto-estima, isolamento etc...,podendo levá-lo até mesmo a depressão. O quadro mais grave poderíamos dizer que seria quando a pessoa perde o controle de si mesma, comprometendo sua integridade física, psíquica e social.
Bom/Mau estresse (distresse)
O bom seria quando a pessoa o utiliza para seu próprio benefício, levando-a ao desafio e auto-motivação, com isso melhoram seu desempenho pessoal e aumenta a sensação de bem-estar.
O mau-estresse, ou distresse, seria quando a pessoa não consegue utilizá-lo em benefício próprio, devido a sobrecarga, ele é maléfico e gera grande tensão, levando a pessoa a um desânimo, chegando até mesmo a depressão.
Possíveis saídas para evitar ou controlar o estresse
1. Deve-se fazer uma alimentação balanceada;
2. Fazer atividades físicas, principalmente as que lhe dão prazer;
3. Planejar sua vida, dando espaço não só para sua profissão como também para o lazer, que em uma situação de estresse será um ponto fundamental;
4. Aprender a dividir seus problemas, procurando um terapeuta;
5. Visitar seu médico regularmente, para que ele possa sinalizá-lo ou acompanhá-lo.
Estilo de Vida/Estresse/Trabalho
Levar uma vida sedentária é um risco maior que se esperava de doenças cardíacas, segundo uma pesquisa divulgada pela Fundação Britânica para o Coração (British Heart Foudation), assim como fumar, consumir bebidas alcoólicas, alimentos gordurosos, todos são grandes colaboradores para futuros problemas cardíacos.
O estresse no trabalho vem se tornando cada vez mais comum na vida das pessoas, afetando pelo menos um terço dos homens e mulheres. Se por um lado o trabalho pode ser visto como atividade produtora ontológica, constituinte da identidade do sujeito, assumindo um papel essencial para assegurar a auto-estima, por outro, seu excesso desmedido contribui para propensas doenças.
Quando o trabalho é excessivo, ele é visto como sofrimento, ou de um “suposto” prazer, podendo ocorrer determinadas patologias sociais, que com isso promovem patologias individuais, caracterizadas por desordem psíquicas, reveladas por meio de determinados sintomas. Existem também indivíduos que já tem alguma desestrutura psíquica, ou melhor, uma predisposição a determinados tipos de doenças, que o trabalho se torna apenas um desencadeante, fazendo com que haja uma aderência da patologia individual à social.
É importante estarmos sempre atentos para esses sinalizadores. A existência do estresse está relacionada concomitantemente a presença de um conjunto de indicadores, e não somente de sintomas isolados, fazendo-se primordial um diagnóstico clínico, para o acompanhamento, tratamento e eficácia do mesmo.
Podemos dividi-lo em dois tipos básicos: crônico, que afeta a maioria das pessoas, e agudo, causado por situações traumáticas (passageiras).
Natureza do estresse
Ele pode ser de natureza física, psicológica ou social, sendo composto de um conjunto de reações fisiológicas capazes de alterações significativas no organismo, causando prejuízos potenciais no mesmo.
Natureza física:
Estudos têm-se feito para verificar a importância de sua interpretação subjetiva e seus reflexos no organismo. O excesso de estresse pode causar desde dores pelo corpo até sérios sintomas como hipertensão e problemas cardíacos. A repercussão no sistema cardiovascular, seria um desses estudos, estando sujeitas às influências neuro-humorais, havendo um aumento da freqüência cardíaca, da contratrilidade, débito cardíaco e consequentemente uma elevação da pressão arterial sistêmica.
Natureza psicológica ou social:
A vivência desse estresse se caracteriza por perdas, seja ela da auto-estima, perda de pessoas e situações, como por exemplo a perda de um emprego. Isso leva a pessoa a um sentimento de tristeza, baixa auto-estima, isolamento etc...,podendo levá-lo até mesmo a depressão. O quadro mais grave poderíamos dizer que seria quando a pessoa perde o controle de si mesma, comprometendo sua integridade física, psíquica e social.
Bom/Mau estresse (distresse)
O bom seria quando a pessoa o utiliza para seu próprio benefício, levando-a ao desafio e auto-motivação, com isso melhoram seu desempenho pessoal e aumenta a sensação de bem-estar.
O mau-estresse, ou distresse, seria quando a pessoa não consegue utilizá-lo em benefício próprio, devido a sobrecarga, ele é maléfico e gera grande tensão, levando a pessoa a um desânimo, chegando até mesmo a depressão.
Possíveis saídas para evitar ou controlar o estresse
1. Deve-se fazer uma alimentação balanceada;
2. Fazer atividades físicas, principalmente as que lhe dão prazer;
3. Planejar sua vida, dando espaço não só para sua profissão como também para o lazer, que em uma situação de estresse será um ponto fundamental;
4. Aprender a dividir seus problemas, procurando um terapeuta;
5. Visitar seu médico regularmente, para que ele possa sinalizá-lo ou acompanhá-lo.
Estilo de Vida/Estresse/Trabalho
Levar uma vida sedentária é um risco maior que se esperava de doenças cardíacas, segundo uma pesquisa divulgada pela Fundação Britânica para o Coração (British Heart Foudation), assim como fumar, consumir bebidas alcoólicas, alimentos gordurosos, todos são grandes colaboradores para futuros problemas cardíacos.
O estresse no trabalho vem se tornando cada vez mais comum na vida das pessoas, afetando pelo menos um terço dos homens e mulheres. Se por um lado o trabalho pode ser visto como atividade produtora ontológica, constituinte da identidade do sujeito, assumindo um papel essencial para assegurar a auto-estima, por outro, seu excesso desmedido contribui para propensas doenças.
Quando o trabalho é excessivo, ele é visto como sofrimento, ou de um “suposto” prazer, podendo ocorrer determinadas patologias sociais, que com isso promovem patologias individuais, caracterizadas por desordem psíquicas, reveladas por meio de determinados sintomas. Existem também indivíduos que já tem alguma desestrutura psíquica, ou melhor, uma predisposição a determinados tipos de doenças, que o trabalho se torna apenas um desencadeante, fazendo com que haja uma aderência da patologia individual à social.
É importante estarmos sempre atentos para esses sinalizadores. A existência do estresse está relacionada concomitantemente a presença de um conjunto de indicadores, e não somente de sintomas isolados, fazendo-se primordial um diagnóstico clínico, para o acompanhamento, tratamento e eficácia do mesmo.
* Jacqueline C. Villela é Psicóloga
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Saiba mais sobre o Mal de Alzheimer
Os avanços tecnológicos e o desenvolvimento da medicina, associados às melhorias das condições de vida, vêm ocasionando um envelhecimento progressivo da população mundial. Esse fato vem sendo observado nos países desenvolvidos há mais um século e ocorre de forma especialmente rápida em nosso país. Em 1950 existiam aproximadamente 214 milhões de pessoas com mais de 60 anos no mundo e estima-se que serão mais de 1 bilhão em 2025. Essas mudanças no perfil populacional fazem com que aumentem a cada dia a incidência e prevalência de doenças relacionadas ao envelhecimento, expressados em uma grande parcela por portadores de Doença de Alzheimer. Dados atuais estimam que o número de pacientes no Brasil seja de aproximadamente 1 milhão e 200 mil e cerca de 18 milhões e m todo o mundo.
A Doença de Alzheimer (também conhecida por Demência de alzheimer) é uma doença degenerativa, progressiva, de causa ainda desconhecida, que acomete o cérebro causando em suas fases iniciais: diminuição da memória (principalmente memória para fatos recentes), declínio no desempenho das tarefas cotidianas, mudanças na personalidade, dificuldades no aprendizado e em habilidades de comunicação, desorientação têmporo-espacial (não saber por vezes que dia é hoje, ou onde está...) e diminuição do senso crítico. É muito importante que o diagnóstico seja feito numa fase inicial da doença para que as intervenções tanto farmacológicas quanto não-farmacológicas possam realmente ter feito na evolução da doença. O grande problema é que esses pequenos distúrbios do dia-a-dia vão sendo encobertos pelo paciente, que com o passar do tempo vai se adaptando às dificuldades de memória e planejamento, e também pelos familiares que geralmente atribuem ao envelhecimento estas alterações. O idoso portador de demência dificilmente procura atendimento por suas queixas de memória, pois para ele não há nada de errado, tendendo sempre a arranjar “desculpas” para as falhas apresentadas. Comum são os esquecimentos de panelas no fogão, portas abertas, errar destinos e idéias de roubo em consequência do frequente desaparecimento de objetos pela casa (por não lembrar-se de onde os colocou!).
O diagnóstico de Demência de Alzheimer é eminentemente clínico, sendo que ainda não temos um marcador que confirme ou exclua a doença. Após uma anamnese minuciosa e uma investigação precisa do comportamento dessa pessoa nos últimos meses, são aplicados testes diagnósticos onde são avaliados a memória, bem como outras áreas do funcionamento cerebral. Posteriormente a esse exame inicial, geralmente procede-se a um rastreio laboratorial e de imagem (através de tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética) para descartar outras possíveis causas de demência, sendo portando este um diagnóstico de Exclusão.
Infelizmente ainda não existe uma cura para a Doença de Alzheimer, a grande maioria dos medicamentos existentes até hoje visa brecar a evolução da doença estabilizando o quadro, bem como tratar as alterações comportamentais que acompanham a doença durante seu curso e que são causa de grande desgaste tanto para o paciente quanto para seus cuidadores e familiares. Tão importante quanto os remédios são as terapias não-farmacológicas que visam reabilitar o idoso demente e preservar ao máximo suas funções e seu grau de independência. Portanto para um adequado acompanhamento de uma pessoa com Doença de Alzheimer, geralmente se faz necessária uma equipe interdisciplinar (com médico, fisioterapeuta, nutricionista, terapeuta ocupacional, enfermeiro, entre outros).Apesar de todas as alterações na personalidade e no comportamento de uma pessoa com alzheimer, é preciso que os familiares tenham sempre em mente que a essência daquela pessoa ainda está preservada, que seus gostos e vontades ainda continuarão os mesmos, usando essa forma de pensar diante de todas as condutas e atitudes que serão tomadas com esse paciente, tratando-o sempre da forma como ele gostava de ser tratado e respeitando seus gostos e suas preferências, para que esta fase turbulenta - tanto para os familiares, quanto para o próprio paciente - possa ser enfrentada da melhor maneira possível, com paciência e humanidade.
A Doença de Alzheimer (também conhecida por Demência de alzheimer) é uma doença degenerativa, progressiva, de causa ainda desconhecida, que acomete o cérebro causando em suas fases iniciais: diminuição da memória (principalmente memória para fatos recentes), declínio no desempenho das tarefas cotidianas, mudanças na personalidade, dificuldades no aprendizado e em habilidades de comunicação, desorientação têmporo-espacial (não saber por vezes que dia é hoje, ou onde está...) e diminuição do senso crítico. É muito importante que o diagnóstico seja feito numa fase inicial da doença para que as intervenções tanto farmacológicas quanto não-farmacológicas possam realmente ter feito na evolução da doença. O grande problema é que esses pequenos distúrbios do dia-a-dia vão sendo encobertos pelo paciente, que com o passar do tempo vai se adaptando às dificuldades de memória e planejamento, e também pelos familiares que geralmente atribuem ao envelhecimento estas alterações. O idoso portador de demência dificilmente procura atendimento por suas queixas de memória, pois para ele não há nada de errado, tendendo sempre a arranjar “desculpas” para as falhas apresentadas. Comum são os esquecimentos de panelas no fogão, portas abertas, errar destinos e idéias de roubo em consequência do frequente desaparecimento de objetos pela casa (por não lembrar-se de onde os colocou!).
O diagnóstico de Demência de Alzheimer é eminentemente clínico, sendo que ainda não temos um marcador que confirme ou exclua a doença. Após uma anamnese minuciosa e uma investigação precisa do comportamento dessa pessoa nos últimos meses, são aplicados testes diagnósticos onde são avaliados a memória, bem como outras áreas do funcionamento cerebral. Posteriormente a esse exame inicial, geralmente procede-se a um rastreio laboratorial e de imagem (através de tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética) para descartar outras possíveis causas de demência, sendo portando este um diagnóstico de Exclusão.
Infelizmente ainda não existe uma cura para a Doença de Alzheimer, a grande maioria dos medicamentos existentes até hoje visa brecar a evolução da doença estabilizando o quadro, bem como tratar as alterações comportamentais que acompanham a doença durante seu curso e que são causa de grande desgaste tanto para o paciente quanto para seus cuidadores e familiares. Tão importante quanto os remédios são as terapias não-farmacológicas que visam reabilitar o idoso demente e preservar ao máximo suas funções e seu grau de independência. Portanto para um adequado acompanhamento de uma pessoa com Doença de Alzheimer, geralmente se faz necessária uma equipe interdisciplinar (com médico, fisioterapeuta, nutricionista, terapeuta ocupacional, enfermeiro, entre outros).* Dr. Renato de Carvalhos e Silva Braz é Geriatra
Remédios Falsificados - Como se prevenir
Na hora de comprar medicamentos, o que fazer para se proteger de falsificações ?
Você tem acompanhado as denúncias pela imprensa e sabe que há verdadeiras quadrilhas de falsificadores de medicamentos agindo no país, colocando em riso a saúde da população. A imprensa também tem mostrado ações do Ministério da Saúde e da polícia para investigar e punir os criminosos, tirando de circulação os medicamentos falsos, Foi também aprovada, com urgência, uma nova lei que endurece as punições: falsificar medicamentos, agora, pode dar até 30 anos de prisão. No entanto, você continua precisando comprar medicamentos. Esta cartilha pode lhe ajudar a se proteger, tirar suas dúvidas e agora com mais segurança. Fique antento às recomendações e defenda sua saúde.
SÓ TOME MEDICAMENTOS POR RECEITA DO SEU MÉDICO. Nada de seguir conselhos de vizinhos, de pessoas da família ou de balconistas de farmácia ou drogaria. Você pode ter surpresas com doses erradas, efeitos imprevistos ou até agravar uma doença por tomar um medicamento errado e sem efeito.
Só compre medicamentos em farmácias e drogarias, de preferência aquelas que você já conhece. NUNCA COMPRE MEDICAMENTOS EM FEIRAS E CAMELÔS. Muita atenção com promoções e liquidações: preços muito baixos pdem indicar que o medicamento tem origem duvidosa, nenhuma garantia de qualidade ou até mesmo pode ser produto roubado.
EXIJA SEMPRE A NOTA FISCAL da farmácia ou drogaria. Nela deve constar, além do nome do medicamento, o número do lote.
GUARDE COM VOCÊ a nota fiscal, a embalagem e a cartela ou frasco do medicamento que está sendo usado. Eles são seu comprovante, em caso de irregularidade, para você poder dar queixa.
SE O MEDICAMENTO FALHAR, PROCURE IMEDIATAMENTE SEU MÉDICO.
Se o medicamento que sempre foi eficaz deixar de fazer efeito de repente ou se a pessoa está usando o medicamento piorar, recorra ao médico. Ele vai corrigir o tratamento da doença e pode mandar o medicamento suspeito para ser testado pela Vigilância Sanitária.
Na hora da compra, VERIFIQUE SEMPRE na embalagem do medicamento:
1 - Se consta a data de validade do produto.
3 - Se o nome do produto está bem impresso e pode ser lido facilmente.
Se não há rasgos, rasuras ou alguma informação que tenha sido apagada ou raspada.
2 e 4 - Se consta o nome do farmacêutico responsável pela fabricação e o número de sua inscrição no Conselho Regional de Farmácia. O registro do farmacêutico responsável deve ser do mesmo estado em que a fábrica do medicamento está instalada.
Se consta o número do registro do medicamento no Ministério da Saúde.
Se o número do lote impresso na parte de fora da caixa é igual ao que vem impresso no frasco ou na cartela interna.
• Soros e Xaropes devem vir com lacre
Isso é obrigatório para todos os medicamentos líquidos.
A Bula não pode ser uma cópia xerox.
Se a bula do medicamento não for original, não aceite o produto.
NÃO COMPRE medicamentos com embalagens amassadas, lacres rompidos, rótulos que se soltam facilmente ou estejam apagados e borrados.
CASO VÁ APLICAR UMA INJEÇÃO na própria farmácia ou drogaria, compre primeiro a medicação e verifique tudo o que foi dito acima. Só depois disso peça para fazer sua aplicação, que deve ser supervisionada pelo farmacêutico.
SE VOCÊ COSTUMA USAR UM MEDICAMENTO e já o conhece bem, ao comprar uma nova caixa não deixe de verificar:
• Se a embalagem que você está acostumado a ver mudou de cor, de formato ou se o tamanho das letras no nome do produto foi alterado;
• Se o sabor, a cor ou a forma do produto mudou.
PEÇA AJUDA AO FARMACÊUTICO responsável pela farmácia ou drogaria para identificar os itens acima. É possível que você tenha dificuldades porque a posição das informações (validade, lote etc) na embalagem varia de um produto para outro: às vezes na tampa, às vezes no fundo ou na lateral das caixas. Verifique se o profissional que está lhe atendendo é o farmacêutico.
O nome dele deve estar escrito em uma placa, pregada em local visível na farmácia ou drogaria. Este profissional deve identificar-se.
EM CASO DE SUSPEITA OU DIFERENÇA ENCONTRADA, faça o seguinte:
• Ligue grátis para o Disque Saúde (0800-311997) e peça orientação;
• Entre em contato com a Secretaria de Saúde local - Coordenação de Vigilância Sanitária e conte o que aconteceu;
• Procure as Delegacias de Repressão a Crimes Contra a Saúde Pública, da polícia Federal, e faça sua denúncia;
• Ligue para o serviço de atendimento ao cliente do laboratório que fabrica o medicamento suspeito. A maioria dos laboratórios tem esse serviço e o número do telefone, com chamada grátis, vem impresso na caixa do produto.
Os laboratórios sérios têm tanto interesse quanto você em descobrir e punir os falsificadores.
* Fonte Ministério da Saúde
(Contribuição Renata Estanislau - Farmacêutica)
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Câncer de Colo de Útero
O câncer de colo uterino é o câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, correspondendo a aproximadamente 24% de todos os cânceres. Pode ser de vários tipos, pré-invasora: NIC (neoplasia intraepitelial cervical), geralmente assintomático, mas facilmente detectável ao exame ginecológico periódico (preventivo de câncer).
Os principais fatores de risco (que favorecem) o câncer de colo uterino são:
1- Baixo nível sócio-econômico;
2- Precocidade na primeira relação sexual;
3- Promiscuidade (múltiplos parceiros);
4- Parceiro sexual de risco;
5- Multiparidade;
6- Primeira gestação precoce;
7- Tabagismo;
8- Radiação prévia;
9- Infecção por papilomavírus(HPV);
10- Herpes vírus;
Prevenção
A prevenção do câncer de colo uterino passa por cuidados e informações sobre o uso de preservativos, a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e a orientação sexual desestimulando a promiscuidade. A nível secundário de prevenção está o exame ginecológico periódico.
O quadro clínico de pacientes portadoras de câncer de colo uterino pode variar desde ausência de sintomas (tumor detectado no exame ginecológico periódico) até quadros de sangramento vaginal após a relação sexual, sangramento vaginal intermitente, secreção vaginal de odor fétido e dor abdominal associada com queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados da doença.
O diagnóstico é predominantemente clínico. A coleta periódica do exame citopatológico do colo uterino (também chamado de exame pré-câncer ou Papanicolau) possibilita o diagnóstico precoce tanto das formas pré-invasoras (NIC) como do câncer propriamente dito. No exame ginecológico rotineiro, além da coleta do citopatológico, é realizado o Teste de Schiller (coloca-se no colo do útero uma solução iodada) para detectar áreas não coradas, suspeitas. A colposcopia (exame em que se visualiza o colo uterino com lente de aumento de 10 vezes ou mais) auxilia na avaliação de lesões suspeitas ao exame rotineiro e permite a realização de biópsia dirigida (coleta de pequena porção de colo uterino) e conização, para estadiamento da lesão, fundamental para o estadiamento do câncer.
Estudos recentes têm demonstrado que o HPV pode ser precursor de lesões cancerígenas, já sendo utilizado uma vacina para prevenção, a vacina quadrivalente para os tipos: 6 ,11, 16 e 18.
Nas pacientes com diagnóstico firmado de câncer de colo uterino é necessária a realização de exames complementares que ajudam a avaliar se a doença está restrita ou não ao colo uterino: cistoscopia, retossigmoidoscopia, urografia excretora e, em alguns casos, a ecografia transretal.
O tratamento das pacientes portadoras desse câncer baseia-se na cirurgia radical e radioterapia. A quimioterapia tem sido empregada em protocolos de pesquisa. O tratamento a ser realizado depende das condições clínicas da paciente, do tipo de tumor e de sua extensão. Quando o tumor é restrito ao colo do útero os resultados da cirurgia radical e da radioterapia são equivalentes.
O tratamento cirúrgico consiste na retirada do útero, porção superior da vagina e linfonodos pélvicos. Pode ser realizada via abdominal ou via vaginal com laparoscopia. Os ovários podem ser preservados nas pacientes jovens.
O tratamento radioterápico pode ser efetuado quando o tratamento cirúrgico for contra-indicado e nos demais casos. Nas pacientes com envolvimento da bexiga e/ou reto a ra- dioterapia pode preceder à cirurgia.
Os principais fatores de risco (que favorecem) o câncer de colo uterino são:
1- Baixo nível sócio-econômico;
2- Precocidade na primeira relação sexual;
3- Promiscuidade (múltiplos parceiros);
4- Parceiro sexual de risco;
5- Multiparidade;
6- Primeira gestação precoce;
7- Tabagismo;
8- Radiação prévia;
9- Infecção por papilomavírus(HPV);
10- Herpes vírus;
Prevenção
A prevenção do câncer de colo uterino passa por cuidados e informações sobre o uso de preservativos, a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e a orientação sexual desestimulando a promiscuidade. A nível secundário de prevenção está o exame ginecológico periódico.
O quadro clínico de pacientes portadoras de câncer de colo uterino pode variar desde ausência de sintomas (tumor detectado no exame ginecológico periódico) até quadros de sangramento vaginal após a relação sexual, sangramento vaginal intermitente, secreção vaginal de odor fétido e dor abdominal associada com queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados da doença.
O diagnóstico é predominantemente clínico. A coleta periódica do exame citopatológico do colo uterino (também chamado de exame pré-câncer ou Papanicolau) possibilita o diagnóstico precoce tanto das formas pré-invasoras (NIC) como do câncer propriamente dito. No exame ginecológico rotineiro, além da coleta do citopatológico, é realizado o Teste de Schiller (coloca-se no colo do útero uma solução iodada) para detectar áreas não coradas, suspeitas. A colposcopia (exame em que se visualiza o colo uterino com lente de aumento de 10 vezes ou mais) auxilia na avaliação de lesões suspeitas ao exame rotineiro e permite a realização de biópsia dirigida (coleta de pequena porção de colo uterino) e conização, para estadiamento da lesão, fundamental para o estadiamento do câncer.
Estudos recentes têm demonstrado que o HPV pode ser precursor de lesões cancerígenas, já sendo utilizado uma vacina para prevenção, a vacina quadrivalente para os tipos: 6 ,11, 16 e 18.
Tratamento
Nas pacientes com diagnóstico firmado de câncer de colo uterino é necessária a realização de exames complementares que ajudam a avaliar se a doença está restrita ou não ao colo uterino: cistoscopia, retossigmoidoscopia, urografia excretora e, em alguns casos, a ecografia transretal.
O tratamento das pacientes portadoras desse câncer baseia-se na cirurgia radical e radioterapia. A quimioterapia tem sido empregada em protocolos de pesquisa. O tratamento a ser realizado depende das condições clínicas da paciente, do tipo de tumor e de sua extensão. Quando o tumor é restrito ao colo do útero os resultados da cirurgia radical e da radioterapia são equivalentes.
O tratamento cirúrgico consiste na retirada do útero, porção superior da vagina e linfonodos pélvicos. Pode ser realizada via abdominal ou via vaginal com laparoscopia. Os ovários podem ser preservados nas pacientes jovens.
O tratamento radioterápico pode ser efetuado quando o tratamento cirúrgico for contra-indicado e nos demais casos. Nas pacientes com envolvimento da bexiga e/ou reto a ra- dioterapia pode preceder à cirurgia.
* Dr. Gilberto de Paiva Lopes é Ginecologista / Obstetra
Opinião: A questão dos limites na educação dos filhos
É muito comum quando se conversa sobre a educação dos filhos, dizer que as crianças de hoje não são como as de antigamente: são mais mal-educadas, desobedientes, agressivas. É claro que dizer que hoje elas são diferentes daquelas de algumas décadas atrás é correto, pelo simples fato de que vivemos em uma sociedade tecnologicamente mais desenvolvida, que faz com que as informações circulem com uma velocidade cada vez maior, permitindo às nossas crianças o acesso cada vez mais precoce a um conhecimento muito vasto sobre o mundo de uma forma geral. Sem contar o fato de que hoje as crianças passam maior parte do tempo em creches, ou criadas pelos avós.
Entretanto, deve-se ter mais cautela ao dizer elas são mais mal-educadas, desobedientes e agressivas, pois o desenvolvimento do ser humano ao longo do ciclo de vida se dá por diferentes vias: física, motora, cognitiva, social, emocional. Isso significa dize que a criança não é a única responsável por suas atitudes e comportamentos. Muito pelo contrário.
Sabe-se que o papel dos pais (ou responsáveis) na educação e conseqüente desenvolvimento saudável dos filhos é central. Toda criança pede limites. Ao entrar em contato com o mundo social, de relações sociais, a criança é naturalmente “impelida” a experimentar de tudo, para ampliar sua gama de conhecimentos. E, muitas vezes, aquilo que parece mais interessante não é o melhor para ela – mas ela não sabe, ou ainda não tem a consciência suficientemente madura para compreender as consequências de seu ato. Quem precisa indicar isso são os responsáveis, por meio do limite e do respeito às regras.
Neste ponto, é fundamental ressaltar a importância da consistência destas regras. Dizer NÃO à criança não gerará nenhum “trauma”, nem mesmo quando os pais trabalham fora, e querem aproveitar ao máximo o pouco tempo que ficam com os filhos. O importante é saber sustentar o não que se diz, não voltando atrás caso a criança chore muito, grite ou faça pirraça. E mais, é necessário explicar o porquê do não, para que o filho compreenda as regras e assuma a responsabilidade que compete a ele.
As regrinhas básicas da educação, existentes desde os tempos dos nossos avós, de forma geral, continuam as mesmas. Saber ouvir e saber falar, dando o exemplo à criança é fundamental. O que é necessário é adaptá-las ao contexto atual em que a criança vive.
Hoje, dar limites aos filhos não é simplesmente dar umas palmadas, ou colocar de castigo. A noção de limite vai mais além. Envolve ensinar à criança o respeito ao próximo; envolve questões de moral e ética que só se aprendem vivenciando, vivência esta que deve ser embasada em um diálogo aberto, franco, onde haja troca entre as partes. Onde as dúvidas e desejos da criança também sejam respeitados pelos adultos. Este, sim, é o melhor caminho para se indicar (e não impor) limites. E é a maneira mais saudável de relação entre pais e filhos.
Entretanto, deve-se ter mais cautela ao dizer elas são mais mal-educadas, desobedientes e agressivas, pois o desenvolvimento do ser humano ao longo do ciclo de vida se dá por diferentes vias: física, motora, cognitiva, social, emocional. Isso significa dize que a criança não é a única responsável por suas atitudes e comportamentos. Muito pelo contrário.
Sabe-se que o papel dos pais (ou responsáveis) na educação e conseqüente desenvolvimento saudável dos filhos é central. Toda criança pede limites. Ao entrar em contato com o mundo social, de relações sociais, a criança é naturalmente “impelida” a experimentar de tudo, para ampliar sua gama de conhecimentos. E, muitas vezes, aquilo que parece mais interessante não é o melhor para ela – mas ela não sabe, ou ainda não tem a consciência suficientemente madura para compreender as consequências de seu ato. Quem precisa indicar isso são os responsáveis, por meio do limite e do respeito às regras.
Neste ponto, é fundamental ressaltar a importância da consistência destas regras. Dizer NÃO à criança não gerará nenhum “trauma”, nem mesmo quando os pais trabalham fora, e querem aproveitar ao máximo o pouco tempo que ficam com os filhos. O importante é saber sustentar o não que se diz, não voltando atrás caso a criança chore muito, grite ou faça pirraça. E mais, é necessário explicar o porquê do não, para que o filho compreenda as regras e assuma a responsabilidade que compete a ele.
As regrinhas básicas da educação, existentes desde os tempos dos nossos avós, de forma geral, continuam as mesmas. Saber ouvir e saber falar, dando o exemplo à criança é fundamental. O que é necessário é adaptá-las ao contexto atual em que a criança vive.
Hoje, dar limites aos filhos não é simplesmente dar umas palmadas, ou colocar de castigo. A noção de limite vai mais além. Envolve ensinar à criança o respeito ao próximo; envolve questões de moral e ética que só se aprendem vivenciando, vivência esta que deve ser embasada em um diálogo aberto, franco, onde haja troca entre as partes. Onde as dúvidas e desejos da criança também sejam respeitados pelos adultos. Este, sim, é o melhor caminho para se indicar (e não impor) limites. E é a maneira mais saudável de relação entre pais e filhos.
* Gláucia S. Veigas de Macedo é Psicóloga
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Mulheres podem proteger a gravidez mesmo antes de engravidar
As mulheres podem proteger seus bebês mesmo que ainda nem estejam no plano dessas futuras mamães. Muitas mulheres nem sabem que existem maneiras seguras de evitar complicações antes mesmo de ver a barriga crescendo.
E uma ótima maneira de proteger um futuro filho é vacinando a mulher em idade fértil.
A vacinação em mulheres em idade fértil ou em tratamento de fertilidade é fundamental para prevenir as mulheres de algumas doenças, além de proteger futuros bebês de malformações ou até mesmo de um aborto espontâneo.
Sabe por que muitas mulheres não se atentam a esse importante aliado na gestação de um bebê? Porque muitos profissionais sequer abordam esse assunto com elas.
A Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva publicou um relatório em novembro de 2008 no jornal "Fertility and Sterility" relatando que menos de 60% dos médicos ginecologistas e obstetras pedem o histórico de vacinação de suas pacientes e apenas 10% prescrevem as vacinas indicadas para as mulheres em idade reprodutiva.
O recomendado é vacinar a mulher antes da gravidez. Há vacinas que não podem ser oferecidas para as mulheres grávidas. É preciso esperar pelo menos um mês entre a administração das vacinas com vírus vivos e a concepção.
Vacinas - Aqui estão algumas das vacinas indicadas para as mulheres em idade de reprodução. Saiba os riscos que a mulher poderá ter caso ela não seja vacinada contra determinadas doenças. Portanto, se cuide!
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – A mulher grávida que adquirir rubéola poderá causar malformações no feto, como surdez, catarata, glaucoma, problemas cardíacos e neurológicos.
Contra a varicela - Se o contágio for aos três primeiros meses de gestação, pode causar malformação do feto (abrangendo membros, órgãos e o cérebro) e até mesmo a morte dele. Caso a gestante contraia a varicela alguns dias antes do parto, o bebê tem grandes riscos de nascer com varicela neonatal.
Gripe – O risco de a gestante evoluir para uma pneumonia em conseqüência de uma gripe é cinco vezes maior. As mulheres que não receberam a vacina antes da concepção poderão se vacinar a partir do segundo trimestre da gravidez no período de maior circulação do vírus (inverno).
Tríplice bacteriana acelular para adultos – (dTap - difteria, tétano e acelular coqueluche) – Tanto mamães como todos que estão em volta do futuro bebê devem tomar a vacina para não transmitir para o pequeno. A coqueluche pode causar pneumonia, insuficiência respiratória aguda e convulsões levando à paradas respiratórias com risco de deixar sequelas mentais e motoras por falta de oxigenação do cérebro. Mulheres que receberam a dT há mais de dois anos podem tomar a dTap antes da gestação ou após o parto.
Hepatite A – Deve ser solicitado os testes sorológicos para verificar se a mulher é ou não imune à hepatite A. As suscetíveis devem ser vacinadas antes da gestação.
Hepatite B – A mulher portadora de hepatite B pode transmitir o vírus ao bebê durante o parto. Até 90% dos filhos das mães com hepatite B correm o risco de se tornarem portadores crônicos e ter seqüelas como cirrose e câncer hepático.
Pneumocócica 23 valente - É indicada apenas a mulheres que tenham doenças crônicas cardíacas, pulmonares, renais, diabetes, imunodeficiências e desprovidas de baço, pois estão mais propensas a doenças pneumocócicas invasivas.
Meningócica – No Brasil, a vacina meningocócica conjugada contra meningococo C tem sido recomendada em diversas regiões e é indicada principalmente a grupos de risco (falta de baço, imunodeficientes) ou durante surtos e epidemias, para maiores de dois anos de idade.
Estando com o calendário de vacinação em dia, mamãe está privada contra doenças que são prejudiciais a si e ao seu bebê, não expondo seu bebê ou futuro bebê ao risco de contrair alguma dessas doenças que podem ser fatais.
E uma ótima maneira de proteger um futuro filho é vacinando a mulher em idade fértil.
A vacinação em mulheres em idade fértil ou em tratamento de fertilidade é fundamental para prevenir as mulheres de algumas doenças, além de proteger futuros bebês de malformações ou até mesmo de um aborto espontâneo.
Sabe por que muitas mulheres não se atentam a esse importante aliado na gestação de um bebê? Porque muitos profissionais sequer abordam esse assunto com elas.
A Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva publicou um relatório em novembro de 2008 no jornal "Fertility and Sterility" relatando que menos de 60% dos médicos ginecologistas e obstetras pedem o histórico de vacinação de suas pacientes e apenas 10% prescrevem as vacinas indicadas para as mulheres em idade reprodutiva.
O recomendado é vacinar a mulher antes da gravidez. Há vacinas que não podem ser oferecidas para as mulheres grávidas. É preciso esperar pelo menos um mês entre a administração das vacinas com vírus vivos e a concepção.
Vacinas - Aqui estão algumas das vacinas indicadas para as mulheres em idade de reprodução. Saiba os riscos que a mulher poderá ter caso ela não seja vacinada contra determinadas doenças. Portanto, se cuide!
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – A mulher grávida que adquirir rubéola poderá causar malformações no feto, como surdez, catarata, glaucoma, problemas cardíacos e neurológicos.
Contra a varicela - Se o contágio for aos três primeiros meses de gestação, pode causar malformação do feto (abrangendo membros, órgãos e o cérebro) e até mesmo a morte dele. Caso a gestante contraia a varicela alguns dias antes do parto, o bebê tem grandes riscos de nascer com varicela neonatal.
Gripe – O risco de a gestante evoluir para uma pneumonia em conseqüência de uma gripe é cinco vezes maior. As mulheres que não receberam a vacina antes da concepção poderão se vacinar a partir do segundo trimestre da gravidez no período de maior circulação do vírus (inverno).
Tríplice bacteriana acelular para adultos – (dTap - difteria, tétano e acelular coqueluche) – Tanto mamães como todos que estão em volta do futuro bebê devem tomar a vacina para não transmitir para o pequeno. A coqueluche pode causar pneumonia, insuficiência respiratória aguda e convulsões levando à paradas respiratórias com risco de deixar sequelas mentais e motoras por falta de oxigenação do cérebro. Mulheres que receberam a dT há mais de dois anos podem tomar a dTap antes da gestação ou após o parto.
Hepatite A – Deve ser solicitado os testes sorológicos para verificar se a mulher é ou não imune à hepatite A. As suscetíveis devem ser vacinadas antes da gestação.
Hepatite B – A mulher portadora de hepatite B pode transmitir o vírus ao bebê durante o parto. Até 90% dos filhos das mães com hepatite B correm o risco de se tornarem portadores crônicos e ter seqüelas como cirrose e câncer hepático.
Pneumocócica 23 valente - É indicada apenas a mulheres que tenham doenças crônicas cardíacas, pulmonares, renais, diabetes, imunodeficiências e desprovidas de baço, pois estão mais propensas a doenças pneumocócicas invasivas.
Meningócica – No Brasil, a vacina meningocócica conjugada contra meningococo C tem sido recomendada em diversas regiões e é indicada principalmente a grupos de risco (falta de baço, imunodeficientes) ou durante surtos e epidemias, para maiores de dois anos de idade.
Estando com o calendário de vacinação em dia, mamãe está privada contra doenças que são prejudiciais a si e ao seu bebê, não expondo seu bebê ou futuro bebê ao risco de contrair alguma dessas doenças que podem ser fatais.
* Fonte: guiadobebe.com
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